Artigo adaptado para o Blog da Loja dos Gifts a partir da posição 9 do radar.
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MIBR abre busca por novos talentos de CS2 e aposta em bicampeão mundial para comandar seleção
Nova edição do "Feitos no Brasil" quer repetir o sucesso de mais de 120 mil espectadores e revelar o próximo nome forte do Counter-Strike 2 nacional.
Um jogador desconhecido, um vídeo caseiro de jogadas e uma avaliação ao vivo transmitida para milhares de pessoas. É assim que a MIBR tem encontrado talentos que hoje já defendem suas cores em Counter-Strike 2, e a fórmula está de volta. A organização, em parceria com a LG UltraGear, lançou uma nova edição do programa "Feitos no Brasil", projeto de descoberta de jogadores que já revelou nomes como Felipe "insani" Yuji e promete fazer barulho novamente.
O que é o Feitos no Brasil
A iniciativa nasceu com um objetivo simples: dar chance real a jogadores anônimos de Counter-Strike 2 de todo o país entrarem no radar do cenário profissional. Em vez de depender só de indicações ou de resultados em campeonatos menores, o programa cria uma vitrine pública, com avaliações transmitidas ao vivo e participação direta da comunidade na escolha dos nomes mais promissores.
Quem está no comando das avaliações é Renato "Nak" Nakano, bicampeão mundial de Counter-Strike. Nak assume o papel de apresentador e analista, conduzindo ao vivo, pelo YouTube e pela Twitch, a observação dos candidatos que se inscreveram no programa.
Como funciona a seleção
O processo começa com o envio de material pelos próprios jogadores: vídeos de apresentação, recortes de jogadas de destaque, fotos do setup usado para jogar e documentação pessoal. A partir daí, a equipe por trás do "Feitos no Brasil" faz um recorte dos nomes mais interessantes.
Ao todo, 40 jogadores passam para a fase seguinte e são divididos em oito equipes, que disputam treinamentos e confrontos diretos entre si. É nesse ambiente de pressão real que a MIBR e os avaliadores observam quem tem potencial para dar o próximo passo.
Cronograma da nova edição
As datas já estão definidas e seguem um ritmo rápido:
- 13 de outubro de 2026: abertura das inscrições
- 19 de outubro de 2026: início das avaliações ao vivo dos candidatos
- 5 a 13 de novembro de 2026: campeonato principal entre as equipes formadas
- 19 de novembro de 2026: anúncio dos jogadores selecionados
Ou seja, em pouco mais de um mês, candidatos que hoje são completamente desconhecidos do grande público podem estar a um passo de vestir a camisa da MIBR.
O que os selecionados podem ganhar
Os jogadores com melhor desempenho ao longo do processo entram na mira da MIBR Academy, braço de formação de talentos da organização. A contratação depende do desempenho técnico e de uma avaliação multidisciplinar, não é um convite automático só por participar. Mas para muita gente, só chegar até essa etapa já representa uma virada de chave na carreira dentro do CS2.
Um programa que já provou funcionar
Essa não é a primeira vez que a MIBR aposta nesse formato. A edição anterior do "Feitos no Brasil" reuniu mais de 120 mil espectadores acompanhando as avaliações e os confrontos, número que ajuda a explicar por que a LG UltraGear decidiu embarcar como parceira da nova fase. A fabricante de monitores e periféricos gamer vê no projeto uma forma de reforçar presença no ecossistema competitivo brasileiro, que continua crescendo tanto em audiência quanto em talento.
Foi justamente naquela edição anterior que o nome de Felipe "insani" Yuji ganhou visibilidade, prova de que o programa não é só vitrine, mas um caminho real de entrada no cenário profissional.
A comunidade também entra em campo
Além da disputa entre os jogadores, o "Feitos no Brasil" aposta forte em engajamento. Há votações públicas, sorteios ao longo da campanha e uma novidade nesta edição: o "Clube de Clipadores", espaço voltado para fãs que produzem conteúdo usando a hashtag #FeitosNoBrasil e concorrem a prêmios com seus próprios vídeos.
Na prática, o programa virou quase um evento paralelo dentro da cena de CS2 brasileira, misturando competição, descoberta de talento e produção de conteúdo em um só pacote.
E convenhamos: numa modalidade onde boa parte dos jogadores profissionais começou jogando em lan house ou treinando sozinho em casa, iniciativas como essa abrem uma porta que antes simplesmente não existia.
Com inscrições já encerradas e avaliações em andamento, resta acompanhar quem vai se destacar nas próximas semanas. Será que o CS2 brasileiro está prestes a ganhar outro nome para guardar na memória? E você, já ficou sabendo de algum candidato chamando atenção nessa edição do "Feitos no Brasil"?
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Fonte: Gamers & Games