Artigo adaptado para o Blog da Loja dos Gifts a partir da posição 4 do radar.
Cole o título no campo de título do post. Depois clique no corpo do post e cole o texto: subtítulos, negritos, listas e links já entram formatados.

VALORANT define o futuro dos brasileiros no cenário mundial e a FURIA fica de fora
Riot Games renova parceria de LOUD e MIBR no VCT Americas 2027-2028, mas a organização campeã do último Kickoff não teve o mesmo destino.
Enquanto duas organizações brasileiras comemoram a permanência no topo do VALORANT competitivo mundial, uma terceira tenta entender o que fazer a partir de agora. A Riot Games confirmou, em 21 de outubro de 2026, a lista das 32 equipes que vão disputar o VCT entre 2027 e 2028, e o resultado dividiu o sentimento da comunidade brasileira de esports.
LOUD e MIBR seguem como organizações parceiras da região Americas, garantindo vaga direta no próximo ciclo. Já a FURIA, que vinha de um título conquistado meses antes, não foi renovada e agora avalia se continua ou não no cenário profissional do jogo.
Como funciona o novo ciclo do VCT
O programa de parceiros da Riot Games não é como uma inscrição qualquer em campeonato. Trata-se de um modelo fechado, parecido com uma franquia, no qual as organizações selecionadas garantem presença fixa na competição por um período determinado, com possibilidade de renovação.
Para o ciclo 2027-2028, mais de 100 organizações se candidataram às 32 vagas disponíveis, divididas igualmente entre quatro regiões: Americas, EMEA, Pacific e China, com oito equipes em cada uma. A Riot avaliou os candidatos a partir de cinco critérios: crescimento de comunidade, engajamento de fãs, sustentabilidade financeira, excelência operacional e desempenho competitivo dentro de jogo. O processo de seleção se estendeu ao longo de 2026 e incluiu entrevistas com lideranças regionais e globais das organizações.
Quem é selecionado não disputa apenas o direito de jogar. Os parceiros recebem suporte financeiro anual para ajudar a manter a operação competitiva funcionando, além de participação direta na receita gerada por produtos digitais do jogo, como as Cápsulas de Equipe e de Temporada e o pacote especial de Champions. Também garantem classificação direta ao VCT Kickoff, dispensando fases de qualificação que consomem tempo e recursos.
Por que a permanência de LOUD e MIBR importa
Para quem acompanha VALORANT no Brasil, manter duas organizações nacionais dentro desse circuito fechado é uma notícia e tanto. LOUD e MIBR seguem como representantes brasileiras oficiais na Americas, região que reúne os principais times dos Estados Unidos, Canadá e América Latina.
Isso significa continuidade de investimento, visibilidade internacional e, principalmente, segurança financeira em um modelo de negócio que depende diretamente desse selo de parceria para se manter saudável. No cenário de esports, perder essa vaga pode significar reestruturação completa de elenco, corte de investimento ou, em casos mais drásticos, saída total da modalidade.
O que aconteceu com a FURIA
É exatamente esse cenário mais drástico que a FURIA avalia agora. A organização, que entrou no VALORANT competitivo em 2021 e fez parte do sistema de franquias da Americas desde 2023, não teve a parceria renovada para o novo ciclo. A confirmação veio em 19 de outubro de 2026.
O detalhe que torna a situação ainda mais delicada é o momento. A FURIA chega a essa decisão vindo de uma conquista relevante: o título de campeã do VCT 2026 Americas Kickoff, um dos resultados mais importantes da história da organização no jogo.
Em comunicado, a FURIA expressou desapontamento com a decisão da Riot Games, afirmando: "Por tudo o que construímos juntos, esperávamos um reconhecimento diferente por essa trajetória." A organização ainda não definiu se vai continuar disputando o cenário profissional de VALORANT e disse que pretende entender melhor as condições da nova estrutura competitiva antes de tomar qualquer decisão sobre o futuro.
O impacto para os jogadores
A reestruturação já tem efeito direto sobre o elenco. Dois jogadores foram liberados pela organização para buscar novas oportunidades: Arthur "artzin" Araújo e Luis Henrique "basic" Tessaro. Ambos podem negociar oficialmente com outras equipes a partir de 2 de novembro de 2026, data em que a janela de transferências se abre.
Com um mercado movimentado por conta da própria reformulação do VCT, não deveria faltar interesse em dois nomes que vinham competindo em alto nível na Americas.
O que vem a seguir
Com LOUD e MIBR garantidas, o Brasil continua tendo representantes diretos na elite mundial de VALORANT pelos próximos dois anos, o que é uma boa notícia para quem torce pelas duas marcas. Mas a saída da FURIA do sistema de parceiros deixa uma pergunta no ar sobre o futuro da organização na modalidade, especialmente depois de um título recente que parecia justamente o contrário do que aconteceu.
Resta acompanhar se a FURIA vai buscar outro caminho dentro do VALORANT competitivo, talvez por fora do sistema fechado de franquias, ou se vai redirecionar o investimento para outros jogos dentro do portfólio da organização.
E você, torce por qual das três organizações no cenário de VALORANT? Acha que a Riot deveria ter encontrado espaço para manter a FURIA mesmo após o título recente?
Quer aproveitar seus próximos jogos?
Na Loja dos Gifts, você encontra jogos, Gift Cards e créditos digitais para PlayStation, Xbox, Nintendo, PC, mobile e outras plataformas.
Acesse a Loja dos Gifts e confira as ofertas: www.lojadosgifts.com.br
Fonte: vZone | Pichau Arena